Como queria aproveitar as minhas férias toda viajando, marquei o voo no meu último dia de trabalho. Então trabalhei o dia todo, fui em casa, tomei um banho, peguei as malas e fui para o aeroporto.
Meu voo para Toronto foi com conexão em New York.
A saída no Rio de Janeiro foi quase pontual, apesar de o voo estar lotado, ao ponto de a companhia aérea oferecer US$800 para quem optasse por viajar no dia seguinte à noite (31/12).
Quase aceitei, mas meu marido já estava me esperando em Toronto e desisti dessa ideia.
O voo foi tranquilo, assim como a imigração nos EUA. Os únicos incovenientes foram a longa fila e a familia logo atrás de mim que só sabia discutir ou falar futilidades.
Estava um pouco ansiosa com a conexão, pois estava sozinha, mas não houve problemas, a não ser na hora de aterrisar em Toronto, já que o piloto desistiu, por falta de visibilidade. Ficamos circulando por um tempo, até que o piloto avisou que teria que pousar em Buffalo porque estava acabando a gasolina.
Pousamos lá e ficamos por um tempo sem saber se segueríamos ou não a viagem, até que nos avisaram que iriamos aguardar uns 40 minutos e decolaríamos novamente.
Com esse contratempo chegamos em Toronto com 2 horas de atraso, em um voo que em condições normais dura 1:30h.
A imigração no Canadá também foi tranquila, mas a partir daí começou a segunda parte da aventura, pois pela primeira vez optei por fazer o translado até o hotel por transporte público.
Comecei comprando um biscoito e uma garrafa de água em uma lojinha logo em frente à saída do desembarque, pois já havido lido que nos ônibus só aceitam moedas e não dão troco e eu precisava de $3,00. Em seguida, fui ao balcão de informações confirmar o trajeto que eu havia traçado no site do TTC. Estava correto e eu ainda tive mais informações sobre o ponto de embarque.
Então se quiserem fazer o translado em transporte público e estiverem hospedados perto de alguma estação de metrô, não tenham medo, pois é muito traquilo e podem seguir o seguinte trajeto:
No terminal 1 vá até a porta de saída B e siga até ao post C12 (é praticamente em frente à porta da saída). Pegue o ônibus 192 Kipling Rocket. Desça no ponto final que é na estação de metrô de Kipling. Como eu iria descer na estação de Sherbourne nem precisei trocar de linha. Bastou aguardar.
Hospedei-me no Hotel Clarion, que fica a alguns passos dessa estação. Valeu muito a pena, pois consegui conjugar preço, comodidade e conforto.
O resto do dia estava bem devagar, pois estava bastante cansada da viagem. Lanchei no Subway e caminhamos até a Yonge-Bloor, peguei o metrô até o Eaton Center e conhecemos um pouco do Path.
Voltamos para hotel e antes mesmo da contagem regressiva para 2012 já estava dormindo, afinal de contas foi uma longa viagem e o fuso horario é de menos 3 horas que o Brasil.
Meu voo para Toronto foi com conexão em New York.
A saída no Rio de Janeiro foi quase pontual, apesar de o voo estar lotado, ao ponto de a companhia aérea oferecer US$800 para quem optasse por viajar no dia seguinte à noite (31/12).
Quase aceitei, mas meu marido já estava me esperando em Toronto e desisti dessa ideia.
O voo foi tranquilo, assim como a imigração nos EUA. Os únicos incovenientes foram a longa fila e a familia logo atrás de mim que só sabia discutir ou falar futilidades.
Estava um pouco ansiosa com a conexão, pois estava sozinha, mas não houve problemas, a não ser na hora de aterrisar em Toronto, já que o piloto desistiu, por falta de visibilidade. Ficamos circulando por um tempo, até que o piloto avisou que teria que pousar em Buffalo porque estava acabando a gasolina.
Pousamos lá e ficamos por um tempo sem saber se segueríamos ou não a viagem, até que nos avisaram que iriamos aguardar uns 40 minutos e decolaríamos novamente.
Com esse contratempo chegamos em Toronto com 2 horas de atraso, em um voo que em condições normais dura 1:30h.
A imigração no Canadá também foi tranquila, mas a partir daí começou a segunda parte da aventura, pois pela primeira vez optei por fazer o translado até o hotel por transporte público.
Comecei comprando um biscoito e uma garrafa de água em uma lojinha logo em frente à saída do desembarque, pois já havido lido que nos ônibus só aceitam moedas e não dão troco e eu precisava de $3,00. Em seguida, fui ao balcão de informações confirmar o trajeto que eu havia traçado no site do TTC. Estava correto e eu ainda tive mais informações sobre o ponto de embarque.
Então se quiserem fazer o translado em transporte público e estiverem hospedados perto de alguma estação de metrô, não tenham medo, pois é muito traquilo e podem seguir o seguinte trajeto:
No terminal 1 vá até a porta de saída B e siga até ao post C12 (é praticamente em frente à porta da saída). Pegue o ônibus 192 Kipling Rocket. Desça no ponto final que é na estação de metrô de Kipling. Como eu iria descer na estação de Sherbourne nem precisei trocar de linha. Bastou aguardar.
Hospedei-me no Hotel Clarion, que fica a alguns passos dessa estação. Valeu muito a pena, pois consegui conjugar preço, comodidade e conforto.
O resto do dia estava bem devagar, pois estava bastante cansada da viagem. Lanchei no Subway e caminhamos até a Yonge-Bloor, peguei o metrô até o Eaton Center e conhecemos um pouco do Path.
Voltamos para hotel e antes mesmo da contagem regressiva para 2012 já estava dormindo, afinal de contas foi uma longa viagem e o fuso horario é de menos 3 horas que o Brasil.
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