New York (32o dia de férias)

Céu azul, sol brilhando. Ao amanhecer a temperatura estava 4oC, mas ao meio-dia chegou a 12o C e assim ficou o resto do dia.
Minhas férias estão quase acabando. Logo agora que já estou me sentindo uma típica novaiorquina.
Claro que há poucas horas eu tive o meu momento "brasileira voltando de uma viagem aos EUA", pois para conseguir encaixar toda a minha bagagem, precisei acordar cedo e ir a uma loja comprar uma mala extra, mas o que importa é que agora estou sentada em umas das mesinhas do Bryant Park, digitando esta primeira parte do meu dia e ouvindo ao fundo jazz que está tocando na pista de patinação de gelo deste parque.
No entanto, cerca de 1h depois a fome e o pouco de frio que sentia (o sol insistia em fugir de onde eu me sentava, até que desisti de tentar segui-lo) me fizeram procurar um outro lugar.
Como o meu estilo brasileiro prefere almoçar ao invés de comer um sanduíche como um novaiorquino típico faria (são atitudes assim que denunciam minha nacionalidade...rs), resolvi procurar o Applebee`s. Como estava sozinha optei por um prato menos calórico, pois não tinha ninguém para dividir as calorias e cometi a besteira de escolher um prato indicado com uma maçãzinha em um rastro de fogo. Não cometam a mesma besteira que eu, quando eles avisam que tem pimenta significa que tem MUITA pimenta. Foi um sacrifício terminar aquele almoço e para aliviar tomei um sorvete, afinal a dieta começa depois das férias, não é?
Novamente, depois do almoço, incorporei o espírito novaiorquino e fui a uma Barnes&Nobles escrever mais um pouco neste post e me sentar no chão com um livro e deixar a hora passar até que chegou a hora de voltar ao hotel pegar a minha bagagem e seguir para o aeroporto.
Diferente dos demais translados que fiz nesta viagem, desta vez optei pelo táxi. Pedi na recepção do hotel que providenciassem um para mim, pois é uma facilidade que eles oferecem, mas o táxi é pirata (preto).
O trajeto custou US$45, mas não deu direito a parar próximo aos carrinhos, pois ele preferiu parar do lado de uns caras que ofereciam o serviço de carregar a mala em troca de uma "propina".
Não fui com a cara do sujeito e disse que não queria o serviço dele. Claro que esta decisão me deixou na furada, pois eu tinha 3 malas pesadas, 1 mochila pequena e minha bolsa e não havia nenhum carrinho à vista. Quase quebrei meus dedos na tentativa de arrastar toda a bagagem.
Sorte que encontrei umas boas almas que me ajudaram chegar ao check-in.
Dado a minha decisão de levar uma mala extra (minha outra opção era jogar algumas coisas foras, o que para mim estava fora de cogitação) tive que pagar US$ 75 por isso. Ainda bem que eu viajei pela AA, pois se tivesse sido pela TAM eu teria que pagar o dobro.
O embarque e a decolagem foram pontuais e assim disse bye bye New York.

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