Janeiro de 2012. Dia com sol. Temperatura por volta de 4o C.
Hoje foi meu dia de aproveitar New York sozinha, pois meu marido voltou para o Brasil de madrugada.
Como também está chegando a minha hora de voltar para o Brasil, resolvi conhecer alguns pontos que ficaram faltando. Comecei indo à Gay Street (em Greenwich Village ou será que é em West Village?) e para minha surpresa a rua é minúscula (eu tenho um problema espacial, mas duvido que a rua tenha mais que 100m) e tipicamente residencial, com aquelas casas geminadas de tijolos vermelho.
No entanto, vale a pena conhecer e, principalmente, caminhar pelas ruas no entorno para observar as vitrines e quem sabe parar e tomar um café ou um drink (duas coisas que não fiz, mas que tem a cara do bairro).
Depois caminhei até à Union Square e fui almoçar na Whole Food. Acho que já mencionei que gosto muito de almoçar lá e apreciar a vista da praça através das grandes vidraças da sobreloja (você compra a comida no supermercado, no estilo buffet, paga no caixa que tem um sistema interessante de fila com um painel de cores e números e sobe para a área de refeições na sobeloja), mas só recomendo este restaurante para quem aprecia comida natural, apesar de haver a opção de se tomar um café na cafeteria que fica neste espaço para aqueles que não apreciam este tipo de comida.
Na minha programação da tarde estava previsto caminhar por Tribeca. Então caminhei da Whole Foods até a 7th Av e peguei a linha 1 do metrô e segui até a estação Franklin St. Caminhei no entorno e nem estava tão empolgada, até que me deparei com um parque à beira do Rio Hudson, que verifiquei que era o início do Battery Park, na Harrison St (eu já havia ido neste parque duas outras vez, mas me limitei a conhecer a parte sul, próximo ao pier dos cruzeiros para a estátua da liberdade e do South Ferry).
Caminhei da altura da Harrison Street até a parte sul que eu já conhecia. Que caminhada ótima!
Este trecho que conheci é onde os novaiorquinos frequentam, curtem um skate, correm, jogam basquete etc e diferente da parte sul, há poucos turistas.
A caminhada é bem tranquila e segue o contorno do rio. Fiz o trajeto em cerca de 1h, mas se sentir cansado, pare, sente um pouco e aprecie a vista e o movimento.
Quando cheguei na parte sul tomei outro metrô, agora de volta ao hotel, pois eu tinha uma missão quase impossível: encaixar todas as minhas coisas em duas malas.
Depois de muito tentar, calcular, pesar, medir, tive que desistir. Amanhã vou comprar outra mala e pagar um bagagem extra.
Hoje foi meu dia de aproveitar New York sozinha, pois meu marido voltou para o Brasil de madrugada.
Como também está chegando a minha hora de voltar para o Brasil, resolvi conhecer alguns pontos que ficaram faltando. Comecei indo à Gay Street (em Greenwich Village ou será que é em West Village?) e para minha surpresa a rua é minúscula (eu tenho um problema espacial, mas duvido que a rua tenha mais que 100m) e tipicamente residencial, com aquelas casas geminadas de tijolos vermelho.
No entanto, vale a pena conhecer e, principalmente, caminhar pelas ruas no entorno para observar as vitrines e quem sabe parar e tomar um café ou um drink (duas coisas que não fiz, mas que tem a cara do bairro).
Depois caminhei até à Union Square e fui almoçar na Whole Food. Acho que já mencionei que gosto muito de almoçar lá e apreciar a vista da praça através das grandes vidraças da sobreloja (você compra a comida no supermercado, no estilo buffet, paga no caixa que tem um sistema interessante de fila com um painel de cores e números e sobe para a área de refeições na sobeloja), mas só recomendo este restaurante para quem aprecia comida natural, apesar de haver a opção de se tomar um café na cafeteria que fica neste espaço para aqueles que não apreciam este tipo de comida.
Na minha programação da tarde estava previsto caminhar por Tribeca. Então caminhei da Whole Foods até a 7th Av e peguei a linha 1 do metrô e segui até a estação Franklin St. Caminhei no entorno e nem estava tão empolgada, até que me deparei com um parque à beira do Rio Hudson, que verifiquei que era o início do Battery Park, na Harrison St (eu já havia ido neste parque duas outras vez, mas me limitei a conhecer a parte sul, próximo ao pier dos cruzeiros para a estátua da liberdade e do South Ferry).
Caminhei da altura da Harrison Street até a parte sul que eu já conhecia. Que caminhada ótima!
Este trecho que conheci é onde os novaiorquinos frequentam, curtem um skate, correm, jogam basquete etc e diferente da parte sul, há poucos turistas.
A caminhada é bem tranquila e segue o contorno do rio. Fiz o trajeto em cerca de 1h, mas se sentir cansado, pare, sente um pouco e aprecie a vista e o movimento.
Quando cheguei na parte sul tomei outro metrô, agora de volta ao hotel, pois eu tinha uma missão quase impossível: encaixar todas as minhas coisas em duas malas.
Depois de muito tentar, calcular, pesar, medir, tive que desistir. Amanhã vou comprar outra mala e pagar um bagagem extra.
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