Dia claro. Temperatura entre -6o e 1o C.
Hoje tivemos um dia de turista. começamos o dia indo ao Central Park para andar de bicicleta.
Contratamos o aluguel com um daqueles rapazes que ficam oferecendo este serviço aos turistas no parque, próximo à 6th Avenue. Inicialmente, o valor era de US$ 15 (1 hora) e US$ 20 (2 horas), mas como estávamos em um grupo de 5 pessoas conseguimos as duas horas por US$16.
O passeio foi ótimo, apesar do frio ter sido de rachar. Na verdade pedalar até nos ajudou a esquentar, apesar de esta sensação não ter sido suficiente para sentirmos calor.
Demos a volta no parque, o que levou 2 horas, com pequenas paradas para descanso e fotos.
Terminamos o passeio cansados e com fome. Então almoçamos e depois fomos ao Rockefeller Center. Pagamos US$ 23 (o preço normal é US$ 25, mas tivemos um desconto de US$ 2 devido a um cupom que pegamos no hotel) no ingresso básico (general admission).
Fomos ao entardecer o que nos permitiu assistir o por-do-sol e o acender das luzes da Big Apple.
A sensação que tive é que a vista é mais bonita que a do Empire State, que visitei há 2 anos (e pensar que eu quase não fiz este passeio, pois achava que não teria nada de mais, depois da vista do Empire State).
Finalizamos o dia indo ver a Times Square à noite e aí tivemos o nosso momento "policial". Tudo começou há dois dias, quando havíamos conhecido uma angolana no hotel que não falava uma única palavra em inglês (e quando digo nenhuma, não estou exagerando) e que estava há uma semana no hotel em que estávamos hospedados (no Queens) e não tinha ideia de onde ficava New York (e olha que nosso hotel estava a uma quadra do metrô e o Central Park ficava a duas estações dali).
Quando a conhecemos, ela me perguntou muito constrangida onde ficavam os lugares que diziam que eram legais em New York, pois ela não havia visto nada. Dei várias dicas para ela, mas dois dias depois ao encontrá-la com o marido no café da manhã, ela me disse que não haviam visitado nada.
Disse que estávamos indo passear no Central Park e se quisessem poderiam ir conosco. O marido disse que não poderia ir, mas que ela iria.
Assim foi e passamos todo o dia passeando e eu tendo que auxiliar em tudo, pois além de não falar nada de inglês, ela parecia ser extremamente devagar.
Ao voltarmos para o hotel, tive que comprar o ticket de metrô para ela e fiz a grande burrada do dia: passei na roleta antes dela. Quando ela foi passar, não sei o que aconteceu, mas o ticket deu a mensagem de não válido. Ficamos todos do grupo ali próximo à roleta tentando ajudá-la, mas do outro lado, até que uma do grupo teve a ideia de burlar o sistema e tentar pular a catraca (nosso passe era semanal, com uso ilimitado, mas com restrição de intervalo de tempo para seu uso, não sendo possivel usá-lo duas vezes no mesmo horário e estação. Acredito que para impedir que mais de uma pessoa use ao mesmo tempo). Pior, resolveu demonstrar e acabou tendo que pular a catraca.
Sem brincadeira, poucos segundos depois fomos interpelados por dois policiais que apareceram não sei se onde. Confesso, dei uma de desentedida, mostrei os nossos passes semanais e disse que todos o tinham e que estávamos tentando auxiliar a angolana. Ainda pedi para que eles a ajudassem a comprar um novo ticket, mas acho que o que nos salvou foi o atendente do guichê ter testemunhado a nosso favor, pois ele viu que havíamos comprado o ticket.
No final, tudo deu certo e eles deixaram a angolana entrar pela porta de emergência e nos liberaram e voltamos para casa sem maiores consequências.
Mas foi um susto e uma situação constrangedora, principalmente, para mim que tento seguir as regras estabelecidas.
Hoje tivemos um dia de turista. começamos o dia indo ao Central Park para andar de bicicleta.
Contratamos o aluguel com um daqueles rapazes que ficam oferecendo este serviço aos turistas no parque, próximo à 6th Avenue. Inicialmente, o valor era de US$ 15 (1 hora) e US$ 20 (2 horas), mas como estávamos em um grupo de 5 pessoas conseguimos as duas horas por US$16.
O passeio foi ótimo, apesar do frio ter sido de rachar. Na verdade pedalar até nos ajudou a esquentar, apesar de esta sensação não ter sido suficiente para sentirmos calor.
Demos a volta no parque, o que levou 2 horas, com pequenas paradas para descanso e fotos.
Terminamos o passeio cansados e com fome. Então almoçamos e depois fomos ao Rockefeller Center. Pagamos US$ 23 (o preço normal é US$ 25, mas tivemos um desconto de US$ 2 devido a um cupom que pegamos no hotel) no ingresso básico (general admission).
Fomos ao entardecer o que nos permitiu assistir o por-do-sol e o acender das luzes da Big Apple.
A sensação que tive é que a vista é mais bonita que a do Empire State, que visitei há 2 anos (e pensar que eu quase não fiz este passeio, pois achava que não teria nada de mais, depois da vista do Empire State).
Finalizamos o dia indo ver a Times Square à noite e aí tivemos o nosso momento "policial". Tudo começou há dois dias, quando havíamos conhecido uma angolana no hotel que não falava uma única palavra em inglês (e quando digo nenhuma, não estou exagerando) e que estava há uma semana no hotel em que estávamos hospedados (no Queens) e não tinha ideia de onde ficava New York (e olha que nosso hotel estava a uma quadra do metrô e o Central Park ficava a duas estações dali).
Quando a conhecemos, ela me perguntou muito constrangida onde ficavam os lugares que diziam que eram legais em New York, pois ela não havia visto nada. Dei várias dicas para ela, mas dois dias depois ao encontrá-la com o marido no café da manhã, ela me disse que não haviam visitado nada.
Disse que estávamos indo passear no Central Park e se quisessem poderiam ir conosco. O marido disse que não poderia ir, mas que ela iria.
Assim foi e passamos todo o dia passeando e eu tendo que auxiliar em tudo, pois além de não falar nada de inglês, ela parecia ser extremamente devagar.
Ao voltarmos para o hotel, tive que comprar o ticket de metrô para ela e fiz a grande burrada do dia: passei na roleta antes dela. Quando ela foi passar, não sei o que aconteceu, mas o ticket deu a mensagem de não válido. Ficamos todos do grupo ali próximo à roleta tentando ajudá-la, mas do outro lado, até que uma do grupo teve a ideia de burlar o sistema e tentar pular a catraca (nosso passe era semanal, com uso ilimitado, mas com restrição de intervalo de tempo para seu uso, não sendo possivel usá-lo duas vezes no mesmo horário e estação. Acredito que para impedir que mais de uma pessoa use ao mesmo tempo). Pior, resolveu demonstrar e acabou tendo que pular a catraca.
Sem brincadeira, poucos segundos depois fomos interpelados por dois policiais que apareceram não sei se onde. Confesso, dei uma de desentedida, mostrei os nossos passes semanais e disse que todos o tinham e que estávamos tentando auxiliar a angolana. Ainda pedi para que eles a ajudassem a comprar um novo ticket, mas acho que o que nos salvou foi o atendente do guichê ter testemunhado a nosso favor, pois ele viu que havíamos comprado o ticket.
No final, tudo deu certo e eles deixaram a angolana entrar pela porta de emergência e nos liberaram e voltamos para casa sem maiores consequências.
Mas foi um susto e uma situação constrangedora, principalmente, para mim que tento seguir as regras estabelecidas.
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