Viajamos para NY em 27/01/2010, pleno verão no Rio de Janeiro e pleno inverno lá. Assim saímos de um calor que muitas vezes estava por volta de 40 graus para um frio que chegou a 10 graus negativos.
Sabe aquela piada sobre um sujeito que acha a neve linda no primeiro dia, no segundo já está se acostumando até que lá pelo décimo dia já está maldizendo tudo aquilo? Pois é, não cheguei a este ponto, mas que temperaturas abaixo de zero beira ao insuportável, isso sim é uma verdade.
Mesmo relativamente preparada para o frio, já que levava casacos que dificilmente são necessários no Brasil em um dia de inverno na montanha, eu sempre saía às ruas parecendo um grande cubo humano, pois usava diversas calças, meias, casacos, além de gorro, cachecol, luva e bota.
E o frio foi implacável desde o início, pois já no translado do aeroporto para o hotel caía um pouco de neve, apesar de a quantidade não ser grande o suficiente. Sem contar que eles costumam colocar sal nas calçadas, o que também contribui para impedir o acúmulo no chão.
Mesmo sem uma grande quantidade de neve, o frio era insuportável. Estava sempre ventando, tornando a sensação térmica muito mais baixa. Sabe aquela dor que sentimos quando colocamos a mão em uma água muito gelada? Pois é, a sensação era a mesma, só que no corpo todo.
Mas, com certeza, voltaríamos à NY no inverno. Afinal esta é uma experiência bem diferente da que temos no Brasil e vale a pena. Sem contar, que o frio dá um charme especial à cidade. Em contraste ao cubo humano que eu parecia, a grande maioria das pessoas nas ruas sempre estava elegante e ver os jardins e as copa das árvores cobertos de neve, assim como os lagos e córregos congelados é de beleza toda especial.
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